Em um gesto de sensibilidade política e respeito à vontade popular, os vereadores de Rio Branco do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, decidiram revogar o vale-alimentação de R$ 1.200 que passariam a receber mensalmente. A medida havia sido aprovada anteriormente pela Câmara Municipal, mas gerou forte reação da população nas redes sociais e nas ruas.
A revogação foi anunciada, após ampla repercussão do caso. Segundo os parlamentares, a decisão levou em conta o aspecto moral e social da proposta, mesmo que, do ponto de vista legal, o benefício fosse permitido.
Embora o projeto tivesse amparo jurídico, é necessário ouvir a população. O papel é representar o povo, e o povo se manifestou claramente contra
Enquanto em diversos outros municípios do Paraná os legislativos mantiveram o vale-alimentação, amparando-se na legalidade do ato, em Rio Branco do Sul prevaleceu o entendimento de que a medida não condizia com o momento econômico vivido pela cidade e pelo país.
A decisão foi elogiada por moradores e internautas, que consideraram o gesto um exemplo de ética e responsabilidade pública. Nas redes sociais, mensagens de apoio destacaram que o Legislativo local “deu a volta por cima” ao reconsiderar o benefício e agir conforme o sentimento popular.
Especialistas em gestão pública lembram que, embora o pagamento de benefícios a vereadores seja legal quando aprovado em lei municipal, é essencial que o princípio da moralidade administrativa também seja observado. “Nem tudo que é legal é moral. A legitimidade política se fortalece quando há sintonia entre a lei e o interesse público”, comentou um analista político ouvido pela reportagem.
Com a revogação, os vereadores de Rio Branco do Sul passam a ser destaque positivo no cenário municipalista paranaense, contrastando com outras câmaras que decidiram manter o benefício.













































































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