O governo do Paraná, por meio da Amep (Agência de Assuntos Metropolitanos do Paraná), promete lançar ainda no primeiro semestre um edital de licitação para o transporte coletivo da Região Metropolitana de Curitiba.
Com isso, a expectativa é de que no início de 2025 os novos contratos estejam assinados e operando.
O assunto vem ganhando repercussão em virtude de se tratar de ano eleitoral, fato que algumas alterações inevitavelmente vão acontecer, não adianta os prefeitos da região metropolitana bater o pé.
O entendimento do governo é que o transporte público dentro do município é de responsabilidade do município, e ponto final. Não adianta fazer política em cima.
Em Rio Branco do Sul a prefeita Karime Fayad tranquilizou a população, ela está atenta, e quase que diariamente em conversa com autoridades competentes para trazer a população um atendimento de qualidade.
Karime Fayad tem uma boa articulação política com o governo do estado, certamente não há razões para pânico, ninguém ficará desassistido.
Devemos ficar atentos, visto que muita notícia falsa está circulando nas redes sociais, seja em grupos de WhatsApp, Instagram ou Facebook.
De fato o Governo do Estado apresentou ano passado aos prefeitos da Região Metropolitana de Curitiba o projeto da primeira licitação para o Sistema de Transporte Coletivo, construído em conjunto com o Ministério Público do Paraná (MPPR) e o Tribunal de Contas do Estado (TCE). A licitação dará mais segurança jurídica e operacional à integração metropolitana, garantindo uma concorrência abrangente e transparente.
O novo modelo também resolve um passivo histórico na operação porque, apesar de a Rede Integrada de Transporte (RIT) ter sido implementada em 1996, nunca houve um processo licitatório para a contratação das empresas e para organizar as operações, fazendo com que sistema opere a partir de um sistema distante do ideal.
A rede integrada atende 19 municípios da Região Metropolitana, além de Curitiba, com 18 empresas responsáveis pela operação de 206 linhas. Elas contam com uma frota de 796 ônibus para fazer a ligação com a Capital e, em alguns casos, entre as próprias cidades. Essas linhas recebem uma média de 10,1 milhões de passageiros por mês.
Fazem parte do acordo os municípios de Colombo, Pinhais, Araucária, Fazenda Rio Grande, Almirante Tamandaré, Piraquara, São José dos Pinhais, Campo Largo, Campina Grande do Sul, Rio Branco do Sul, Campo Magro, Itaperuçu, Quatro Barras, Contenda, Quintandinha, Mandirituba, Bocaiúva do Sul, Balsa Nova e Agudos do Sul. É possível percorrer cerca de 80 quilômetros (de Contenda a Bocaiúva do Sul) com apenas uma passagem.
A gestão do transporte metropolitano é feita pela Agência de Assuntos Metropolitanos do Paraná (Amep), antiga Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba (Comec). Para garantir a integração, a Amep repassa cerca de R$ 170 milhões por ano aos municípios, subsídio usado para que o preço da tarifa não seja tão alto comparado aos custos operacionais, equilibrando o valor para os usuários.













































































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