Diante do fato de o mercado de medicamentos ainda enfrentar algumas dificuldades em relação a importação de matérias primas, a Secretaria Municipal Saúde (SMS) alerta que antibióticos, anti-inflamatórios e analgésicos já estão em falta em vários municípios.
O primeiro impacto foi o desabastecimento de remédios provocado pela dificuldade de importar os insumos e pelos desdobramentos da guerra entre a Rússia e a Ucrânia. Agora, as cidades enfrentam uma nova onda da Covid-19 em meio à chegada dos dias mais frios, que favorecem ainda o aumento no número de pacientes com síndromes respiratórias.
Em Itaperuçu, por exemplo, uso obrigatório da máscara em ambientes fechados foi restabelecido em decreto na última. Além disso, o secretário da Saúde, Claudinei Costa, foi para as redes sociais alertar a população sobre a dificuldade na aquisição de medicamentos e o aumento da demanda pelos remédios.
Em Rio Branco do Sul, o problema infelizmente se reflete.
Segundo entidades do setor produtivo, há dificuldades de importação dos insumos em função da guerra na Ucrânia, lockdown na China por conta da pandemia do coronavírus, entre outros fatores incluindo os altos custos dos produtos que tem afetado sobremaneira a indústria de medicamentos no mundo.
Diante deste cenário, constatado como grave pelos especialistas, as instituições públicas têm realizado seguidas licitações, com ampla concorrência para a compra de remédios, porém não há, até no momento, quem possa atender efetivamente as demandas, visto que os certames muitas vezes têm sido desertos ou fracassados.
Porém, a Prefeitura de Rio Branco do Sul, por intermédio da secretaria de Saúde, ciente desta dificuldade e do desconforto que isso gera na população, que busca por medicamentos nas farmácias municipais instaladas nas Unidades urbanas Central, Vila Velha e Papanduva e nas rurais do Bromado, Tacaniça e Açungui, além do serviço itinerante, está realizando todos os esforços para solucionar o mais breve possível esta questão.
Para isso, a saúde municipal implementou os recursos disponíveis para a aquisição de medicamentos, o que antes era de R$ 40 mil (de 2014 a 2020) passará para atuais R$ 110 mil, visando restabelecer, já neste segundo semestre, o abastecimento e as demandas reais dos pacientes rio-branquenses, especialmente os que integram os programas de uso contínuo de Hipertensão, Diabéticos, Gestantes, Crianças e Saúde Mental.
Vale destacar ainda que o município integra o Consórcio Paraná Medicamentos pelo qual irá adquirir uma relação de remédios formada por 138 itens, para atender todos os quantitativos e as necessidades da população que necessita destes medicamentos.












































































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