O ex-governador Roberto Requião (PT) volta à cena política paranaense concorrendo pela sexta vez ao Palácio Iguaçu, prometendo, se eleito, resgatar as políticas de suas três gestões anteriores. Crítico da administração Ratinho Júnior (PSD), a quem acusa de ter colocado a Copel e a Sanepar a serviço de investidores estrangeiros à custa de altas tarifas de energia elétrica e água, afirma não pretender fazer nada de novo ou diferente do que já fez quando esteve no comando do Estado.
Requião aposta ainda na eleição do agora correligionário de partido, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para que o País retome o que ele chama de políticas nacionalistas e antiimperialistas em contraposição à submissão ao mercado financeiro que ele vê no governo Bolsonaro. Em entrevista ao Bem Paraná, o ex-governador explica porque escolheu entrar em mais uma disputa eleitoral pelo PT, depois de deixar o MDB após 40 anos de militância no antigo partido, e qual sua expectativa para um eventual quarto mandato no cargo mais importante do Estado.
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