O ditador de Cuba, Miguel Díaz-Canel, vai participar pela primeira vez da Cúpula de Líderes do Brics, a convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O convite foi feito apesar da dívida de US$ 1,2 bilhão com o Brasil pendente de negociação.
Até fevereiro, a dívida de Cuba (soma de indenizações aos bancos financiadores – como o BNDES -, atrasos e juros de mora) atingiu US$ 742 milhões e havia mais US$ 459 milhões a vencer, perfazendo cerca de US$ 1,2 bilhão (R$ 6,4 bilhões). Os governos brasileiro e cubano tentam encaixar horários para que Lula e Díaz-Canel conversem à margem da reunião do Brics. A bilateral ainda não foi confirmada.
Cuba passa por uma série de problemas econômicos e estruturais, como apagões e crise alimentar, e enfrenta agora um cerco ainda maior dos EUA. O presidente Donald Trump instruiu os principais membros do seu governo a revisar a política para aumentar restrições ao turismo à ilha e impedir transações financeiras.
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