Os 17 setores da economia que mais empregam estão se preparando para voltar a pagar o imposto sobre a folha de pagamentos. A reoneração será gradual a partir do ano que vem.
Segundo o texto, sancionado pelo presidente Lula em setembro, a taxação será de 5% em 2025, 10% em 2026 e 15% em 2027, voltando a alíquota original de 20% em 2028. Até este ano, uma desoneração isentava as empresas de pagar o imposto sobre a folha de pagamentos.
Com isso, os setores podiam optar pelo pagamento de contribuição social sobre a receita bruta com alíquotas de 1% a 4,5% em vez de pagar 20% de INSS sobre a folha. O diretor-superintendente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção defendeu uma cobrança menor de imposto sobre o emprego.
Em entrevista à Rádio Bandeirantes e à BandNews TV, Fernando Pimentel disse que uma reforma sobre o tema precisa ser discutida. Segundo a Confederação Nacional da Indústria, o Brasil vai crescer 2,4% em 2025, número inferior ao esperado para este ano: 3,5%.
Segundo a CNI, o setor da indústria deve ter um crescimento de 2,1% no ano que vem. Falando ao Jornal Gente, Fernando Pimentel afirmou que a taxa de desenvolvimento do Brasil depende de ajustes na economia.
Entre eles, segundo o diretor-superintendente da Abit, está a redução do custo do trabalho, para fortalecer o emprego de qualidade. Pimentel defendeu reformas econômicas e investimentos na indústria.
Fernando Pimentel ainda disse que o Brasil precisa de uma reforma administrativa, focada em uma otimização do Estado, que é deficitário. Segundo ele, o tema já precisa ser debatido no ano que vem.













































































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