A mulher que cuidava do bebê de quatro meses que morreu engasgado em uma creche clandestina de Curitiba afirmou, nesta quarta-feira (21), que a situação foi uma “fatalidade” e negou qualquer tipo de negligência. Em coletiva de imprensa, a responsável pelo local — que preferiu não se identificar — disse que não era dona de uma creche, mas que apenas cuidava de crianças em casa para ajudar mães da região. “Eu não sou dona de creche como estão falando por aí. Não é uma creche. É uma casa normal. Eu cuido de crianças”, afirmou ela. O menino estava sob cuidados dela há cerca de uma semana e chegou naquele dia por volta das 8h30 sem ter mamado.
Matéria completa portal Banda B













































































Comente este post