O padre Fábio de Melo usou as redes sociais para falar sobre as críticas que tem sofrido após a polêmica envolvendo um episódio que vivenciou em Joinville, no Norte de Santa Catarina. Na ocasião, ele relatou uma confusão com preços que terminou com um funcionário demitido. O homem negou a versão e disse que não conversou com o religioso.
Na publicação de terça-feira (20), Mello disse que está “a um passo de desistir” e que as “pessoas querem odiar por qualquer motivo. Elas precisam eleger um foco para a manifestação de seus lados sombrios”
O episódio aconteceu em 10 de maio, quando o sacerdote disse que houve uma confusão com os preços de um produto, e que o gerente não teria aceitado passar a mercadoria pelo valor estabelecido na prateleira – mais barato que no caixa (assista acima).
À NSC, o funcionário que pediu para não ser identificado, afirmou que a confusão teria acontecido por conta do preço de um doce de leite. O ex-gerente disse ainda que sequer conversou com o padre dentro da loja.
“Estão me massacrando, ele destruiu a minha vida. Se o padre me chama e fala: “seu gerente, olha, está acontecendo isso”, se a gente dialogasse, a conversa era diferente. Eu jamais fui desrespeitoso. Nem sequer falei com o padre. No entanto, minha imagem foi destruída”, disse o homem.
Se eximiu de culpa
Na última quarta-feira (14/5), padre Fábio de Melo gravou um vídeo nas redes sociais dizendo que o gerente foi “deselegante” ao afirmar que o preço correto por dois potes de doce de leite era o do sistema, e não o que estava na gôndola. O funcionário teria dito, ainda, que se ele quisesse levar o produto, teria que pagar aquele valor.
“Ele tem dito que eu menti sobre o que aconteceu, não tenho nenhuma necessidade de mentir. Já que ele menciona as câmeras de segurança para dizer que não houve desrespeito, ele tem dito que eu nem vi o preço do doce de leite. (…) Ele veio e falou alto, pra todo mundo ouvir: ‘O preço é este. Quem quiser levar, que leve, não posso mudar no meu sistema’. Ponto, foi só isso que aconteceu”, recordou.
As informações são do portal GLOBO.COM













































































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