Primeiro Luiz Inácio Lula da Silva, depois Michel Temmer, sua prisão de ocorreu em 21 de março de 2019, em cumprimento de mandado expedido pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, dentro da Operação Descontaminação.
Agora o ex-presidente Fernando Collor de Mello foi preso na madrugada desta sexta (25) em Maceió, capital de Alagoas, após o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinar a execução da pena por corrupção passiva e lavagem de dinheiro em uma investigação decorrente da Operação Lava Jato.
Collor foi preso por volta das 4h da manhã no aeroporto da capital alagoana quando se preparava para viajar a Brasília para se entregar voluntariamente à Polícia Federal para cumprir a determinação do magistrado.
“O ex-presidente Fernando Collor de Mello encontra-se custodiado, no momento, na Superintendência da Polícia Federal na capital alagoana. São estas as informações que temos até o momento”, disse a defesa dele em nota. Ainda não há informações se o ex-presidente será transferido para Brasília.
A ordem de prisão de Moraes é monocrática de Moraes e será avaliada pelos demais ministros do STF em uma sessão no plenário virtual que será aberta às 11h.
“Determino […] a prisão e o início do cumprimento da pena de reclusão, em regime fechado, em relação ao réu Fernando Affonso Collor de Mello”, escreveu Moraes na decisão para início do cumprimento da pena de 8 anos e 10 meses de prisão inicialmente em regime fechado.
Na decisão, Moraes também determinou que Pedro Paulo Bergamaschi de Leoni Ramos comece a cumprir a pena de quatro anos e um mês de reclusão, inicialmente em regime semiaberto, e que Luís Pereira Duarte Amorim cumpra medidas cautelares e preste serviços à comunidade.
📸Foto: oque de Sá/Agência Senado













































































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